• Roda de práticas do sagrado feminino

    Círculo das Deusas

    O despertar da deusa interior através de estudos e reflexões dos arquétipos femininos. Círculo de partilhas, vivências e dança entre mulheres para fortalecer a energia feminina e auxiliar processos terapêuticos. Através da experiência com as deusas e a espiritualidade feminina podemos reconhecer nosso poder interior e fortalecer nosso amor, nossa vida e nossas relações.

Círculo das Deusas.
Roda de práticas do sagrado feminino

Facilitadora

Suzi Ribeiro – professora de dança do ventre há 15 anos, diretora do estúdio flor de lótus danças femininas, palestrante sobre feminilidade e artes sensuais há 5 anos, produtora de eventos de danças femininas há 10 anos, pós graduada no sagrado feminino.

Encontros quinzenais das 18h30 às 21h30
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O despertar da deusa interior através de estudos e reflexões dos arquétipos femininos. Círculo de partilhas, vivências e dança entre mulheres para fortalecer a energia feminina e auxiliar processos terapêuticos. Através da experiência com as deusas e a espiritualidade feminina podemos reconhecer nosso poder interior e fortalecer nosso amor, nossa vida e nossas relações.

Suzi Ribeiro

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Deusa Morgana encontro 10.8.18

Encontro 10.8.18

A sabedoria milenar feminina está aqui, dentro de todas nós. E o autoconhecimento através da meditação, rituais de conexão com as energias do corpo e da natureza, rituais de conexão com os arquétipos das deusas, da mãe terra e da avó Lua, as fases lunares e sua relação com os ciclos das mulheres, são caminhos para despertar esta sabedoria. Suzi.   

O incenso Nag Champa é composto pelos aromas da flor champa (sagrada flor cultivada na Índia) e sândalo. Tem o poder de agir no humor, é calmante e facilita a concentração em meditações.

O óleo que utilizo em alguns círculos e uma mistura de Jasmim e Sândalo. O sândalo estimula a meditação e a conexão com a nossa alma. O jasmim auxilia o equilíbrio das emoções e da energia vital.

Dança em círculo: Vou Banindo
Vou banindo pela Terra e Ar
Vou banindo pelo Fogo e Mar
Vou banindo, vou banindo pra purificar
Vou banindo, vou banindo pra exterminar
Espiral, Espiral, Espiral
Sugue o que há de ruim
Leve todo mal
Artista: Claudiney Prieto & Tradição Diânica Nemorensis

Apresentações e partilhas:
Integrante novas se apresentaram. A facilitadora Priscila falou sobre seu trabalho com dança terapia e as integrantes do círculo falaram sobre suas conexões com as deusas que trabalhamos em círculos anteriores.

Morgana, a Fada – Ritmos
(livro O Oráculo da Deusa, de Amy Sophia Marashinsky)

Mitologia:
Morgana, a Fada, é uma Deusa tríplice celta da morte e do renascimento. Representada como uma bela jovem donzela, uma vigorosa mãe (criadora, nutridora) ou uma bruxa portadora da morte. Então ela domina o ritmo de todas as fases da vida. O ritmo ativo da donzela, o pleno da mãe amorosa e o tranqüilo da sábia anciã. Ela também foi uma Deusa do mar, pois seu nome, “Mor”, na língua celta significa mar. Seu último nome tem dois significados: “A Fada” e “O Fado”. Nas lendas Arturianas, ela era meia-irmã do Rei Artur e teve um filho com ele. A lenda diz que ela manipulava o filho para induzi-lo a matar o pai. Mas quando Artur morre, Morgana vem em seu auxílio para levá-lo à ilha mágica de Avalon, onde ela o cura e, em seguida, lança-o num sono profundo, do qual ele só acordará quando o tempo for propício. 

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Lua 27.7.18

Encontro 27.7.18

Eurínome, Eclipse e Ciclos Lunares.
Conduzido por Gabi.

Abertura do círculo:

Dança em círculo com energização intuitiva.

Partilhas:

Cada integrante falou sobre sua deusa e como está se conectando com ela e refletindo seus comportamentos e sua vida.

Deusa trabalhada:

Ainda na energia de Eurínome, deusa do êxtase, do encontro passado, as integrantes intuíram uma energização celebrando todas as coisas boas que temos em nossas vidas e atraindo tudo que desejamos de abundância, amor e prosperidade para proporcionarmos a nós mesmos um êxtase profundamente verdadeiro, nos entregando a felicidade e ao prazer de viver. A gratidão é um caminho muito poderoso para experimentarmos o êxtase da vida.

Vivência:

Meditação sobre o forte eclipse que tivemos neste dia. Invocamos a energia poderosa da Lua e refletimos sobre os ciclos lunares e sua relação com os ciclos da mulher.

A Lua é o símbolo predileto da espiritualidade feminina, por ser cíclica em suas mudanças, assim como a mulher, e por influenciar todos os líquidos da terra contribuindo com o nascimento e morte das coisas. Assim, o ciclo lunar possui uma mitologia característica na nossa cultura, a repetição do ciclo universal de nascimento, crescimento e morte. É considerada a manifestação da Grande Mãe no Céu Noturno, ou A Avó Lua. Por isso, em muitas tradições nativas, a Lua é considerada a líder da vida feminina. A Avó Lua tem uma energia ritualística diferente da Mãe Terra. A Lua trabalha o aspecto mais intuitivo do ser. Forte suficiente para seduzir as forças ativas e conceber uma nova vida a partir de uma velha experiência. Desde o início da humanidade há um elo entre a Lua, a fertilidade, os nascimentos e os ciclos menstruais das mulheres. Devido a esta ligação as mulheres foram sacerdotisas, curandeiras, profetisas, parteiras e consultoras sobre quais datas eram propícias para o plantio, a colheita e as tomadas de decisões. A Lua também é a rainha do tempo, a maneira mais fácil de marcar a passagem do tempo foi observando suas mudanças. Por isso os homens viviam em sintonia com a natureza e seus ciclos. Trabalhar a energia da lua para autoconhecimento é muito bom quando você quiser observar aspectos menos conhecidos do seu próprio ser. Coisas que podem estar escondidas até mesmo de você. Traz profunda sabedoria a compreensão de nós mesmos e fortalece intuitivamente. 

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Deusa Eurínome 13.7.18

Os círculos sagrados femininos oferecem novas formas de pensar e de ser. Nos ajuda a resgatar a espiritualidade feminina e a nos conectarmos com nossas energias, nossas emoções, nossa alma… Nossa deusa interior.

Abertura:

Dança em círculo: Vou Banindo
Vou banindo pela Terra e Ar. Vou banindo pelo Fogo e Mar. Vou banindo, vou banindo pra purificar
Vou banindo, vou banindo pra exterminar. Espiral, Espiral, Espiral, sugue o que há de ruim, leve todo mal. Artista: Claudiney Prieto & Tradição Diânica Nemorensis

Obrigada Deus em sua totalidade de energias feminina e masculina, pela presença de todas nós aqui, pela nossa saúde e pela oportunidade de mais um encontro. Batendo os pés no chão, nos conectando com a sabedoria da terra, pedimos a presença de todos os seres de baixo, a terra, os minerais, as águas e as forças da criação; dos seres de cima, os astros, o céu e os seres espirituais; e dos seres do meio, os animais, a natureza, os seres humanos, a força e a energia de cada uma aqui presente. Que possamos sair daqui mais fortes, amorosas, mais conhecedoras e próximas de nós mesmas e de nossa alma. Declaramos aberto nosso círculo na harmonia da sabedoria, compaixão e poder.

Partilhas:
Apresentações e partilhas anteriores.
O processo de meditação e reflexão para a deusa de hoje.

Eurínome – ÊXTASE
(livro Oráculo da Deusa)

Quando despertei e surgi do caos rodopiante e fervilhante, não vendo outra maneira de expressar o puro deleite, a selvagem alegria e a explosão de energia que senti, comecei a dançar minha exuberância. A sensação de flutuar num mar de alegria arrebatadora, perdida e transportada na intensidade do êxtase. 

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Deusa Brígida. 15.6.2018

Círculo conduzido por Gaby e Luciana.

Abertura do círculo com dança circular (música Crystalline, Omar Souleyman), e uma mentalização de abertura intuitiva.

Deusa Brígida
(pesquisa Gaby)

Brígida significa luminosa. Deusa Celta, popular na Irlanda. Em seu mito diz que ela nasceu com uma chama na cabeça que a conectava com o céu. É considerada a deusa tríplice do fogo da inspiração. Representada por 3 mulheres: poetisa, médica e ferreira. Alimenta as forjas, esquenta os experimentos dos alquimistas e incendeia a mente dos poetas.

Na igreja católica ela é a Santa Brígida. Nasceu por volta dos anos 450 d.c., filha de um druida, era uma ferreira. Se tornou freira, e sua vida foi repleta de milagres que se tornou santa, atribuindo-lhe atributos de fertilidade, abundância e cura.

“Brigida nos diz que uma vida sem o calor de sua chama de inspiração é totalmente insípida. Abra seu coração e permita que a inspiração seja o alimento de sua alma, para que você possa se tornar mais segura e energética.” 

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Deusa Sophia 1.6.2018

“No círculo sagrado, as mulheres criam um espaço seguro para se conectarem aos profundos mistérios da espiritualidade feminina”. Mirella Faur

ENCONTRO 5
1 de junho de 2018
Partilha e reflexão individual sobre cada deusa que tiramos no oráculo.

Abertura do círculo:
Dança em círculo, com passos egípcios e gregos. Música Pharaon, Gipsy Kings: https://youtu.be/z86G_mAewms

Obrigada Deus em sua totalidade de energias feminina e masculina, pela presença de todas nós aqui, pela nossa saúde e pela oportunidade de mais um encontro. Que a energia poderosa da mãe terra, das nossas ancestrais e da sabedoria feminina se fortaleça em nós através de mais este encontro. Que possamos sair daqui mais fortes, amorosas, mais conhecedoras e mais próximas de nós mesmas e de nossa alma. Sinto muito, me perdoe, sou grata, eu te amo.

Partilhas:
No nosso último encontro tirei a carta Sophia. Foi muito providente para o momento que estou vivendo. Um tempo de dúvidas, despertar e reconhecimento dos desejos da minha alma. Desde quando comecei a me aprofundar na espiritualidade feminina senti muita melhora em várias esferas da minha vida, e sinto grande vontade de partilhar os aprendizados com outras mulheres, para que elas também tenham a oportunidade de experimentar a cura emocional a partir do auto conhecimento. Mas às vezes meu racional me impede, deixando medos e julgamentos internos dificultarem a minha total entrega a vontade, que vem da alma, e a intuição. Assim, muitas vezes me encontro em conflito entre a minha verdadeira sabedoria intuitiva, meu feminino selvagem, e o meu racional masculino e controlador… A carta Sophia veio me dizer para confiar na minha verdadeira sabedoria e me entregar a ela, a divindade feminina que existe dentro de cada um de nós.

Sofia – SABEDORIA
(livro Oráculo da Deusa)
Desde o momento que você começa a viver, tudo que você experimenta se tornará sabedoria. Os dedos queimados para descobrir que o fogo queima. Os fracassos quando seu desejo é maior que sua compreensão. As explorações de territórios conhecidos e desconhecidos. Procure saber através da experiência e você será Eu, Sofia, a Sabedoria. O Feminino busca a sabedoria. O Feminino faz parte de todas as pessoas. Todas as mulheres são a Deusa. Todas as mulheres são sabedoria. Todas as mulheres são Sofia…

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Deusa Ártemis 4.5.2018

Encontro 4 (4/5/2018)

“No círculo sagrado, as mulheres criam um espaço seguro e protegido para se conectarem aos profundos mistérios da espiritualidade feminina”. Mirella Faur.

Explicação de alguns elementos que compõem nosso círculo:

Incenso Nag Champa: feito com aroma da flor champa (flor sagrada cultivada na Índia) e sândalo. Age no humor, contra o stress, calmante, facilita a concentração em meditações.

Óleo de Jasmim e Sândalo: O sândalo estimula a meditação, a intuição e a conexão com nossa alma. O jasmim auxilia no reequilíbrio das emoções e da energia vital, além de ser afrodisíaco.

Circulo: Nesta formação não existe hierarquia, todos são iguais, a energia fica livre para circular e cria-se uma força espiritual a partir da soma de energias coletivas (mentais e emocionais, uma Egrégora Energética.

 

Dança Dabke:

Dabke de roda, para ancorar a energia e integrar o grupo. Música Dag Al Mani:
https://www.youtube.com/watch?v=VN8g8q3awtA

“Eu te amei, um fogo ardente em meu coração… Todas as pessoas dormiam e eu ainda estava acordado… Ela usava a calça mais bonita, e eu a amo como um louco… Seus olhos são como olhos de gazela… Cada vez que você é carinhosa comigo meu coração, eu começo a ver colocynth (uma planta amarga) como mawasalwa (um doce árabe)”

 

Partilha:

A relação da repressão, privação e julgamento que sofremos dentro de nossa cultura, da família, da religião, da sociedade, das pessoas que amamos, e principalmente de nós mesmas, com a falta de liberdade da mulher. Esta falta de liberdade como resultado de repressão ou de uma necessidade de agradar o outro causa o afastamento da nossa natureza essencial, do nosso instinto selvagem (Artemis), e da nossa alma. A falta de conhecimento do que realmente desejamos independente do que os outros esperam de nós, pode gerar doenças físicas, como resultado da somatização da sensação de culpa, desvalorização, julgamento e cobrança excessiva da perfeição de si mesma. Alguns estudos falam sobre cistos no ovário, por exemplo, estarem ligados a repressão da energia criativa da mulher; problemas na garganta estarem ligados a questões guardadas que não conseguimos falar, etc… Questões músculo esqueléticas estarem ligadas a uma expansão no físico x uma repressão no emocional (culpa e medo).  Para liberarmos nosso eu natural e selvagem e, como Artemis, ser o que é, sem se preocupar com opiniões alheias, não basta apenas fazer. É necessário não se culpar por nossas próprias escolhas. É necessário que a busca pela liberdade e por nós mesmas não nos machuque. Se você segue uma escolha, mas se sente julgada, ainda está presa a algo e isso pode gerar uma auto rejeição, desaprovação de si mesma e doenças.

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Deusa Ártemis 6.4.2018

Artemis
Individualidade

Sou quem eu sou
E sei quem sou
Posso cuidar de mim mesma em qualquer circunstância
E posso deixar os outros cuidarem de mim
Posso optar
Não existe autoridade mais elevada do que a minha
Meu poder de discernimento é finamente aguçado
Tenho autonomia
Estou livre da influência da opinião dos outros
Sou capaz de separar o que precisa de separação
Assim uma decisão lúcida pode ser alcançada
Penso por mim mesma
Ajusto a mira e aponto o arco
Minhas setas atingem sempre o alvo

Mitologia:

No mito grego Ártemis aparece como filha de Zeus e Leto, que tinha sido amaldiçoada por Hera para não poder parir em nenhum lugar onde os raios solares incidissem. Leto foi ajudada pela sua irmã Asteria, que se transformou em uma ilha mágica, Ortigia, que flutuava sob a superfície do oceano e livre da maldição. Ártemis nasceu com facilidade, mas como seu irmão gêmeo custava a nascer e sua mãe sofria dores terríveis. Então Ártemis ajudou a trazer Apollo ao mundo. Por isso é também conhecida como a Parteira Amorosa, “Aquela que trazia a luz”, sendo assim a protetora dos partos. Quando Ártemis era ainda criança, seu pai Zeus lhe ofereceu quaisquer presentes que ela quisesse. Ártemis pediu para jamais precisar casar, ter mais nomes do que seu irmão, mas ter arco e flechas como ele, poder usar sempre uma túnica curta para correr à vontade nos bosques, ter como companhia sessenta ninfas do oceano e trinta dos rios que cuidassem dos seus animais, reger a Lua e a luz, ter o domínio das montanhas e florestas e o direito de fazer sempre suas próprias escolhas.

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Deusa Iemanjá 23.3.2018

Iemanjá

Venha com as suas preocupações, venha com os seus lamentos, venha quando a vida é alegre, venha quando a vida é difícil, venha quando assumir responsabilidades venha quando estiver esgotada, venha quando buscar renovação. Tudo o que pedirei quando você vier é que se entregue a mim, porque sou a mãe oceano, e assim como o mar, te ajudarei a contornar todos os obstáculos. O meu útero aquático espera para acolher você. Vou ajudá-la a nascer novamente e cuidar da tua transformação.

Sobre

Iemanjá é uma deusa do mar, das culturas africana, caribenha e brasileira. Originalmente conhecida como Ymoja, a mãe do rio, na cultura da África ocidental. Ela também é chamada Sereia do Mar, Princesa do Mar, Rainha do Mar, Inaé, Mucunã, Dandalunda, Janaína, Marabô, Princesa de Aiocá, Dona Iemanjá, dependendo de cada região. A Iemanjá brasileira é resultado da miscigenação entre europeus, índios e africanos. Em algumas igrejas, Iemanja tem identidade correspondente a Nossa Senhora de Candeias, Nossa Senhora dos Navegantes, Nossa Senhora da Conceição, Nossa Senhora da Piedade e a Virgem Maria. 

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A deusa, a dança e o sagrado feminino. 9.3.2018

Existiu um tempo em que a mulher e todos os seus atributos, seus ciclos, sua força, seu poder criativo, seus conhecimentos e suas habilidades eram venerados, sagrados e respeitados por todos os seres. Os homens celebravam o poder da mulher de gerar, alimentar e cuidar, como o poder primordial na terra, relacionando ao plantio, a colheita e a sobrevivência de todos os seres. As celebrações da vida estavam diretamente ligadas à energia poderosa feminina na terra. Nossas ancestrais mulheres possuíam conhecimentos profundos sobre a terra, a família, as ervas e as medicinas naturais, através de sua intuição e experiência. Antigamente as mulheres honravam seus ciclos, comemoravam sua primeira menstruação, a entrada da menopausa e as colheitas da natureza. O sagrado feminino é acordar esses conhecimentos que moram na memória do nosso inconsciente, reconhecer e despertar nossa consciência divina, e atingir um encontro de devoção, com nós mesmas, e com a vida. Quando começamos a curar nosso individual conseguimos levar isso para o coletivo, para outras mulheres, e compartilhar nosso sagrado interno com o sagrado da outra.  

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Entrevista com Suzi Ribeiro para a Revista Viva Melhor edição maio/2017.

O papel da dança no empoderamento feminino

Eu o entendo como a busca da mulher por autoconhecimento, de se reconhecer como mulher, conhecer suas forças e fraquezas, assim como se aceitar e se amar. Acredito que uma mulher que se conheça, que se ame, consiga a coragem necessária para enfrentar todas as batalhas, seja buscando direitos iguais, lutando por melhores condições para as mulheres, ou até mesmo optando por uma vida dedicada ao lar e aos filhos. Essa visão de poder, da mulher saber que pode ser o que ela quiser, o que ela escolher, passa por conectar-se, primeiramente, a si mesma”, esclarece Suzi Ribeiro.

Clique no link para ler a matéria completa publicada na revista Viva Melhor.

O papel da dança no empoderamento feminino

empoderamento feminino

Suzi Ribeiro